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Campanha ‘Outubro Rosa no Campo’, na Bahia, fornece cursos de capacitação

De acordo com o Dieese e o IBGE, 77,9% das mulheres nas zonas rurais são consideradas sem rendimento fixo. Saiba mais.

Começou nesta quinta-feira, dia 7 de outubro, na cidade de Crisópolis na Bahia, a campanha Outubro Rosa no Campo. A iniciativa de conscientizar sobre câncer mama é da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia. Na campanha, também serão incluídos, para as produtoras rurais, cursos de capacitação.

Através de uma parceria com a Secretaria de Política para Mulheres e da Defensoria Pública da Bahia, a Seagri vai levar os cursos para as agricultoras em todo o estado. As mulheres que participarem das capacitações receberão certificados.

Nesses cursos, serão abordados temas, como: cidadania e pertencimento, empreendedorismo, elaboração do planejamento do negócio, gestão financeira, além de liderança e autonomia econômica e social das mulheres.

Conscientização da prevenção do câncer de mama

A campanha Outubro Rosa no Campo que será encerrada no dia 29, na cidade de Barro Preto, na Região Sul da Bahia, levará conscientização sobre o câncer de mama para todas as localidades rurais.

O vídeo que foi gravado pelo mastologista do Hospital da Mulher, André Dias, mostra os cuidados, diagnóstico e tratamento precoce que as mulheres devem ter.

Também serão distribuídas cartilhas e materiais informativos com as agricultoras, além de impressões nos carros ajudando a alertar as produtoras rurais da importância e dos cuidados que devem ter com a saúde.

Agricultoras rurais

Na Bahia, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2017, existiam 762.848 estabelecimentos agropecuários. Desses, 194.650 eram gerenciados por mulheres. Os dados são os mais recentes realizados sobre o tema pelo IBGE.

No portal do governo, a coordenadora da ação, a técnica da Seagri Onilli Sitonio, ressaltou que existe muita discriminação com as mulheres no campo, mesmo que elas representem metade da população rural e muitas assumam a chefia do lar. De acordo com o Dieese e o IBGE, 77,9% das mulheres nas zonas rurais são consideradas sem rendimento fixo.

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