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União Química pretende vender vacina russa por US$ 5

A vacina contra a COVID-19 é muito esperada por bilhões de pessoas ao redor do mundo. E uma discussão que vem sendo recorrente é o seu preço. De acordo com o site Metrópoles, a União Química pretende vender vacina russa por US$ 5 (cinco dólares). Em uma conversão rápida, o valor é cerca de R$ 28,50.

Recentemente, a empresa brasileira fechou um acordo comercial com o governo russo no qual ela será o centro de produção e distribuição da vacina russa, a Sputnik V.

Apesar da boa notícia, é preciso que a vacina russa seja aprovada pelas autoridades sanitárias brasileiras. No caso, a responsável pelo sinal verde é a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Oficialmente, esta foi a primeira vacina desenvolvida contra o coronavírus. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e alguns países suspeitam que algumas etapas foram puladas e que os russos ainda não fizeram todos os testes necessários.

O presidente da Rússia, Vladmir Putin, veio a público informar que a vacina é segura e que foi aplicada em sua filha.

Como será a fabricação da vacina russa

Segundo a própria empresa, a sua unidade em Santa Maria, no Distrito Federal, é o único lugar no Brasil que consegue produzir remédios denominados de biofármacos, ou seja, produtos que são derivados de seres vivos modificados geneticamente, como micro-organismos, por exemplo.

Sendo assim, a fabricação será feita no Distrito Federal e as demais unidades se encarregarão de envasar e realizar o fracionamento da vacina. A unidade de Guarulhos, São Paulo, será a responsável pela distribuição do produto.

Sobre a União Química

A União Química é uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil, possuindo nove fábricas no país e mais uma fora, nos Estados Unidos. A fábrica, no Distrito Federal, que produzirá a vacina, custou cerca de US$ 30 milhões e foi inaugurada em 2017.

A empresa já possuía relações com o governo russo antes mesmo da pandemia provocada pelo novo coronavírus. A empresa tinha negociações dentro da área de biotecnologia, sendo um fato considerado primordial para que o Fundo de Riqueza Soberana da Federação Russa (RDFI) aceitasse o acordo entre as partes.

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