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Preço médio da gasolina se aproxima de R$ 8 em Salvador; veja valor atualizado

Com sete aumentos de preço apenas em 2022, o trabalhador sofre cada vez mais com o valor do combustível.

Com os constantes reajustes em 2022, no primeiro domingo de maio já era possível encontrar, na capital baiana, postos comercializando gasolina a R$ 7,99 — na Região Metropolitana, os valores variavam entre R$ 7,24 e R$ 7,39.

Para os caminhoneiros a situação não está melhor, já que o preço médio do óleo diesel estava em R$ 6,95, podendo chegar a R$ 7,28.

Segundo a Acelen, os preços seguem critérios técnicos e de mercado. Então, para facilitar a análise do leitor, separamos os momentos em que a empresa considerou adequado reajustar os preços dos combustíveis:

01/01/2022

  • Aumento de R$ 0,21 por litro de gasolina;
  • Aumento de R$ 0,13 por litro de óleo diesel.

15/01/2022

  • Aumento de R$ 0,0468 por litro de gasolina;
  • Aumento de R$ 0,1956 por litro de óleo diesel.

22/01/2022

  • Aumento de R$ 0,07 por litro de gasolina;
  • Aumento de R$ 0,05 por litro de óleo diesel;

05/02/2022

  • Aumento de R$ 0,11 por litro de gasolina;
  • Aumento de R$ 0,11 por litro de óleo diesel.

05/03/2022

  • Aumento de R$ 0,21 por litro de gasolina;
  • Aumento de R$ 0,87 por litro de óleo diesel S10, junto com uma alteração no ICMS que elevou o preço em R$ 0,24;
  • Aumento de R$ 0,92 por litro de óleo diesel S500, junto com uma alteração no ICMS que elevou o preço em R$ 0,25.

26/03/2022

  • Aumento de R$ 0,15 por litro de gasolina;
  • Aumento de R$ 0,56 por litro de óleo diesel.

02/04/2022

  • Redução de 10% no preço da gasolina, segundo a Acelen;
  • Redução de 10,5% no preço do óleo diesel, segundo a Acelen.

29/04/2022

  • Aumento de 6,7% no preço da gasolina, segundo a Acelen;
  • Aumento de 11,3% no preço do óleo diesel S10 e 11,4% no S500, segundo a Acelen.

Importante lembrar que a escalada do combustível vai ter um efeito cascata em diversas áreas, pois o nosso modal de transporte é, principalmente, rodoviário.

Então, como o frete deve encarecer para compensar os seguidos aumentos do diesel, provavelmente itens como materiais de construção, alimentos e vestuário devem ficar mais caros também.

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