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Pontes anuncia novo protocolo de vermífugo contra a COVID-19

Na última terça-feira, Marcos Pontes informou que novos testes devem ser realizados com o vermífugo nitazoxanida, que é popularmente conhecido como Annita.

O ministro da pasta de CTIC (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) disse que mais 500 pacientes participarão dos estudos experimentais, com o mesmo objetivo de conferir a efetividade do medicamento no combate à COVID-19.

Dessa maneira, a expectativa dos resultados continua alta. Marcos Pontes também destacou que os testes anteriores ainda não foram concluídos devido às normas do protocolo.

“Uma comissão externa vai avaliar. O número de pacientes depende de uma estatística e o resultado só será revelado por essa comissão”, disse.

Testes anteriores com o vermífugo continuam em andamento

O uso experimental do vermífugo já está sendo feito em 17 hospitais diferentes, conforme informações disponibilizadas pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. No entanto, os testes com os 500 voluntários anteriores continuam em andamento.

Essa primeira etapa dos estudos deverá acontecer ao mesmo tempo em que o novo protocolo, que foi anunciado na última terça-feira. Marcos Pontes explicou que os pacientes que fazem parte do ensaio clínico recebem o tratamento normal da doença, com a prescrição de antitérmicos, antibióticos e anticoagulantes.

A única diferente é a inclusão de vermífugo nitazoxanida ao longo do processo. De acordo com o ministro, a “demora” na conclusão dos primeiros testes se justifica pelo tempo necessário para que os pacientes façam parte dos ensaios clínicos. Tudo depende dos sintomas comuns, que são pré-requisitos para a participação do experimento.

Investimento de R$ 5 milhões nos testes clínicos

Os testes clínicos em andamento contam com um investimento de R$ 5 milhões dos R$ 352,8 milhões recebidos. Esse crédito extraordinário foi destinado especificamente ao combate da pandemia.

O segundo protocolo, que deve ser executado em paralelo aos testes anteriores, funcionará de uma maneira diferente. “(…) A ideia é que não precise nenhum desses sintomas [de pré-requisito]. É só o resultado positivo e já pode entrar no teste, o que vai acelerar bastante [o estudo]”, disse Pontes.

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