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Concurso Polícia Federal: corporação prevê edital em janeiro de 2021; confira

Já está se preparando para o novo concurso Polícia Federal? Em postagem divulgada em suas redes sociais, a corporação informou que o edital de abertura poderá ser publicado em janeiro de 2021! Isso quer dizer que os trâmites já sendo finalizados e a banca organizadora será anunciada ao longo das próximas semanas. Vale lembrar que o Cebraspe ficou responsável por todas as etapas eliminatórias do certame anterior (2018).

De acordo com o documento de autorização, o edital de abertura deverá ser publicado em até seis meses, contando a partir do dia 09 de dezembro de 2020. O presidente Jair Bolsonaro, no início de outubro de 2020, já havia mencionado que o documento regulamentador está em seus estágios finais. “Estamos ultimando a confecção”, disse na época.

Detalhes confirmados sobre o novo concurso Polícia Federal

No dia 11 de dezembro de 2020, o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou a autorização para o concurso Polícia Federal. Foram liberadas 1.500 vagas efetivas de preenchimento imediato, especificamente para a primeira turma de candidatos classificados. Veja a distribuição autorizada pelo aval:

  • Agente da Polícia Federal: 893 vagas;
  • Escrivão da Polícia Federal: 400 vagas;
  • Delegado da Polícia Federal: 123 vagas;
  • Papiloscopista: 84 vagas.

O diretor-geral do órgão, Rolando Alexandre, também confirmou que vão ocorrer 500 nomeações excedentes até o ano de 2022 (cadastro reserva para a segunda turma da PF). O quantitativo final, confirmado na última segunda-feira (14/12), deverá chegar ao patamar de 2.000 oportunidades efetivas.

Mesmo com reforma administrativa, estabilidade será preservada

Mesmo com a possível aprovação da reforma administrativa, o governo pretende manter a estabilidade para os profissionais aprovados no concurso Polícia Federal. O presidente Jair Bolsonaro disse os candidatos empossados terão carreiras duradouras, já que os cargos da corporação são considerados como “típicos de Estado”.

Além do mais, o vice-líder do governo na Câmara, deputado Sanderson (PSL-RS), já chegou a defender a estabilidade para os novos aprovados no certame. Conforme a proposta da reforma, as “carreiras típicas de Estado” vão ter garantias parecidas com as atuais, desde que os concursados passem pelo vínculo de experiência.

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