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Como ficam os benefícios do INSS em 2022 com a estimativa da inflação?

O INPC é a base utilizada pelo governo para definir o reajuste do salário mínimo e, também, dos benefícios do INSS.

Com a proximidade do final de ano, trabalhadores assalariados de todo o país voltam a sua atenção para a discussão do reajuste do salário mínimo. Mas não somente eles. Aposentados, pensionistas e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também se interessam nesse assunto, já que o valor do salário mínimo é usado como piso de aposentadorias, pensões, etc.

O governo federal ainda não divulgou – em definitivo – o reajuste do salário mínimo para o ano de 2022. Mas, na quarta-feira passada, 17, a equipe econômica do governo informou que a estimativa do Índice de Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu de 8,4% para 10,04%.

O INPC é a base utilizada pelo governo para definir o reajuste do salário mínimo e, também, dos benefícios do INSS. Caso o índice de 10,04% seja mantido e não haja mudança no cálculo, o reajuste do salário mínimo para 2022 pode chegar a R$ 1.210,44.

Esse valor representa um aumento de R$ 110,44 em relação ao salário mínimo vigente, que é de R$ 1.100. O valor de R$ 1.210, 44 também é superior à última proposta oficial do governo para o reajuste do salário mínimo em 2022, que foi divulgada em agosto (R$ 1.169).

Para os segurados do INSS, caso o INPC se mantenha nos 10,04%, o teto do órgão previdenciário subirá de R$ 6.433.57 para R$ 7.079,50.

O índice definitivo que será aplicado nas aposentadorias do órgão previdenciário só será divulgado em 11 de janeiro de 2022, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) publicar o resultado da inflação medida no acumulado de janeiro a dezembro de 2021.

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