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Bolsonaro nega extensão do auxílio emergencial para 2021

Nesta segunda-feira (19/10), o presidente Jair Bolsonaro negou a extensão do auxílio emergencial para 2021. Bolsonaro utilizou o endividamento das contas públicas para justificar que o fim do benefício ocorrerá mesmo em dezembro de 2020.

“Eu sei que os R$ 600 é pouco para quem recebe, mas é muito para o Brasil. Tem que ter responsabilidade para usar a caneta BIC. Não dá para ficar muito tempo mais com esse auxílio porque o endividamento nosso é monstruoso,” comentou Bolsonaro.

Vale ressaltar que, incialmente, o auxílio emergencial teria apenas três parcelas de R$ 600,00. No entanto, após pressão popular e também de parlamentares, ocorreram duas extensões do programa de ajuda emergencial. No final, o governo poderá depositar até cinco parcelas de R$ 600,00 e quatro de R$ 300,00.

Recentemente, alguns parlamentares começaram a defender uma terceira prorrogação. Todavia, a ideia passou a ganhar muita resistência por parte de líderes políticos e da equipe econômica do governo federal. O principal motivo seria o teto de gastos, já muito prejudicado por causa da pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Uma das saídas apontadas pelo governo seria um novo programa de transferência de renda que substituiria o Bolsa Família. No caso, o Renda Cidadã ainda precisa de um projeto que consiga coletar verbas sem que isso sofra reação da sociedade e de parlamentares. O programa é uma das apostas de Bolsonaro para aumentar sua popularidade.

Maia também é contra extensão do auxílio emergencial

No mesmo dia em que Bolsonaro afirmou que o auxílio emergencial não será prorrogado uma outra vez, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM – RJ) também se disse contra qualquer extensão do benefício.

Em sua conta no Twitter, Maia comentou uma reportagem da CNN Brasil que afirmava que ele era favorável a mais parcelas do auxílio. O parlamentar negou e disse que é preciso encontrar outras soluções “Eu não disse isso. Já deixei claro publicamente que sou contra a prorrogação do decreto de calamidade e que é necessário encontrar uma solução dentro do teto de gastos”, publicou.

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