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Brasil pode se tornar novo epicentro de coronavírus no mundo; entenda

Muitos países ocidentais estão passando por uma redução na curva epidêmica. Entretanto, essa é a realidade para todas as nações? Aparentemente, não. O Brasil, com seu grande número de novas infecções e mortes, pode se tornar o novo epicentro de coronavírus no mundo.

Somente até sexta-feira (01/05), o país estava na 10ª posição com mais casos e na 8ª do total de mortes. As informações foram disponibilizadas no painel da Universidade Johns Hopkins. No último domingo (03/04), o Brasil pulou para a 9ª posição com mais casos confirmados e na 7ª entre o número de mortos.

Além disso, conforme o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, ao menos 101.147 pessoas foram confirmadas com coronavírus no Brasil. Milhares de novas ocorrências foram registradas somente nas últimas 24 horas.

A taxa de letalidade de coronavírus no Brasil, que corresponde à relação entre mortes por casos confirmados, é de 6,9%. Todos os estados brasileiros registraram óbitos pela COVID-19, com um total de 7.025.

Brasil como o novo epicentro de coronavírus?

O cenário vem piorando cada vez mais no território brasileiro. Já é possível afirmar que o país ultrapassou o total de casos da China, que conta com mais de 1,4 bilhão de habitantes. Além do mais, o Brasil tem a maior taxa de contágio de COVID-19 entre os 49 países analisados pelo Imperial College de Londres.

Dessa maneira, seria possível afirmar que o Brasil poderia se tornar o novo epicentro de coronavírus? A universidade inglesa percebeu que, fora o Brasil, oito países também possuem curva epidêmica em ascensão. Confira:

  • Canadá;
  • Índia;
  • Irlanda;
  • México;
  • Paquistão;
  • Peru;
  • Polônia; e
  • Rússia.

Em contrapartida, nações como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha já conseguiram estabilizar a curva.

Estimativas de Nelson Teich

De acordo com o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, o Brasil deve registrar mil novas mortes diárias ao longo dos próximos dias.

Antes mesmo de deixar o cargo, Mandetta já havia informado que maio e junho seriam os meses “mais duros” da pandemia. O Brasil, atualmente, contabiliza 400 mortes por dia.

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