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Auxílio emergencial: 4ª parcela é paga para Bolsa Família com NIS final 3

Caixa realiza pagamentos da 4ª parcela do auxílio emergencial para quem é inscrito no Bolsa Família com NIS final '3'. Confira o calendário completo dos repasses.

Nesta quarta-feira (21/07), a Caixa Econômica Federal realiza os pagamentos da 4ª parcela para Bolsa Família do auxílio emergencial para os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) que possuem o dígito final 3.

Vale lembrar que os depósitos serão feitos até o dia 30 de julho de 2021, quando os beneficiários com “NIS 0” receberão o dinheiro. O calendário dos inscritos no Bolsa Família é diferente dos demais beneficiários do auxílio emergencial.

Auxílio emergencial: calendário da 4ª parcela para Bolsa Família

Confira a seguir o calendário completo da 4ª parcela do auxílio emergencial para quem faz parte do Bolsa Família:

  • NIS final 1: 19 de julho de 2021;
  • NIS final 2: 20 de julho de 2021;
  • NIS final 3: 21 de julho de 2021;
  • NIS final 4: 22 de julho de 2021;
  • NIS final 5: 23 de julho de 2021;
  • NIS final 6: 26 de julho de 2021;
  • NIS final 7: 27 de julho de 2021;
  • NIS final 8: 28 de julho de 2021;
  • NIS final 9: 29 de julho de 2021;
  • NIS final 0: 30 de julho de 2021.

Lembrete: trabalhadores, autônomos, MEIs e inscritos no Cadastro Único possuem um calendário diferente.

Bolsonaro afirma que quer Bolsa Família com valores de R$ 300,00

Nesta segunda-feira (19/07), em entrevista à TV Brasil, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende aumentar os valores do Bolsa Família. Segundo ele, a intenção é que os pagamentos sejam de R$ 300. Atualmente, os repasses possuem média de R$ 192. Ou seja, uma aumento representa cerca de 56,25%.

O presidente afirmou que o dinheiro viria dos impostos pagos pelos contribuintes. “Esse dinheiro vem de onde? Vem dos pagadores de impostos. Tenho que ter responsabilidade com esse dinheiro”, disse Bolsonaro.

Apesar da fala do presidente, a equipe econômica ainda não encontrou uma maneira de alocar verbas para a ampliação do Bolsa Família. Uma das tentativas é a taxação de lucros e dividendos dentro da reforma tributária. No entanto, a ideia já ganhou resistência do mercado e de setores ligados à área financeira.

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