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Missão da NASA sofre problemas após lançamento ao espaço

Somente a abertura total (desenrolar e travar) de um painel foi confirmada. A segunda matriz não foi totalmente aberta e não travou na espaçonave.

No último sábado (16/10), foi lançada a primeira missão da NASA que vai sobrevoar por oito asteroides antigos. No entanto, houveram problemas quando a espaçonave Lucy chegou ao espaço.

A espaçonave tem mais de 14 metros de ponta a ponta. A maior parte dela é composta de gigantescos painéis solares, que possuem a largura de um ônibus escolar.

Mesmo possuindo combustível para executar manobras no caminho para os asteroides localizados na órbita de Júpiter, os painéis são importantes e fundamentais no fornecimento de energia às ferramentas da espaçonave.

O problema ocorreu quando a espaçonave Lucy se separou do foguete. Como planejado, ela implantou dois painéis solares. Contudo, somente a abertura total (desenrolar e travar) de um painel foi confirmada. A segunda matriz não foi totalmente aberta e não travou na espaçonave.

Apesar do problema, a equipe da NASA responsável pela missão diz que a espaçonave está segura e que a energia gerada, mesmo com o painel parcialmente aberto, está sendo suficiente para manter a nave espacial saudável e funcional.

Espaçonave Lucy

A missão com a nave espacial Lucy é a primeira da NASA a realizar uma trajetória tão longe do Sol sem o uso de energia nuclear. Além disso, a espaçonave também é a primeira a ser projetada para visitar asteroides remanescentes dos primeiros dias da Via Láctea.

Durante os 12 anos em que a missão será executada, a espaçonave voltará à órbita terrestre três vezes para assistências de gravidade, no sentido de direcioná-la no caminho certo, fazendo de Lucy a primeira nave espacial a viajar para Júpiter e retornar à Terra.

O objetivo da missão é aprender como cada um dos planetas que compõe o sistema solar acabaram em seus locais atuais. Essas conclusões serão feitas a partir da observação dos asteroides de Troia de Júpiter, que orbitam o Sol em dois conglomerados – um a frente do planeta e outro que fica atrás dele.

Os registros serão feitos pela nave espacial por meio de câmeras coloridas e em preto e branco, termômetros e um e um espectrômetro de imagem infravermelho, que serão os primeiros registros em alta resolução da aparência desses asteroides.

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