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Confira 5 animais que, atualmente, estão correndo risco de extinção

Conheça algumas das espécies que podem se tornar apenas uma lembrança nos próximos anos ou décadas.

A humanidade cresceu de maneira muito rápida a partir do século XIX, com um processo de consumo e industrialização que se intensificou muito ao longo do século XX e XXI. Isso permitiu que realizássemos proezas incríveis, como viajar para a Lua, tratar diversos cânceres e tornar o antibiótico um item trivial.

Por outro lado, todo esse desenvolvimento trouxe consequências desastrosas para algumas áreas do planeta e para alguns de seus moradores. Afinal, a caça, a poluição e a destruição de habitats para agricultura, moradia ou mineração dificultaram a vida de muitos daqueles com os quais temos a sorte de dividir nossa casa espacial.

Confira a seguir alguns desses companheiros de jornada que o ser humano está próximo de perder e o número aproximado de quantos restam:

1. Rinoceronte de Sumatra

O menor rinoceronte do mundo e o único da Ásia teve sua população drasticamente reduzida pela caça. E, nos últimos 15 anos, apenas duas fêmeas em cativeiro conseguiram reproduzir.

2. Vaquita

Essa é a espécie de mamífero marinho mais ameaçada do planeta. O maior responsável por isso são as redes de arrasto na pequena área do oceano onde elas vivem, no Golfo da Califórnia.

3. Leopardo de Amur

Um grande felino do leste asiático, esse animal teve como principais algozes os caçadores que buscavam sua valiosa pele. E, acredite, só existem 60 leopardos de Amur no mundo hoje, graças aos esforços de muita gente, porque eram apenas 30 deles em 2007.

4. Gorila do Rio Cross (entre 200 e 300)

Subespécie de gorila endêmica da Nigéria e do Camarões, esses animais estão quase extintos e divididos em 10 pequenos grupos isolados dentro do que restou de sua floresta. Nesse caso, a culpa recai na pecuária (que diminuiu muito seu habitat) e na caça ilegal.

5. Kouprey

Essa espécie de boi selvagem habita exclusivamente as florestas ao norte do Camboja. Sua população sofreu demais devido aos preços muito altos de seu chifre e crânio (que acabam incentivando a caça) e por estarem numa região que passou por muitas guerras e conflitos.

Cada uma dessas espécies possui grupos de conservação que tentam garantir a existência de alguns indivíduos, entretanto não temos como saber ao certo se conseguiremos salvá-las. O que podemos ter certeza é que, se elas desaparecerem, a responsabilidade será do ser humano.

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