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Por que o intestino é considerado como o nosso “2º cérebro”?

Você pode se surpreender com a importância que essa parte do nosso corpo pode ter no comportamento humano.

Nossos intestinos possuem mais neurônios do que a nossa espinha dorsal e eles agem de forma independente do nosso sistema nervoso central. Por esse motivo, os pesquisadores da área da saúde suspeitam que as funções do sistema digestório podem ser muito maiores do que somente digerir alimentos.

Para você compreender por que muitas pessoas estão considerando o intestino nosso 2º cérebro, separamos algumas informações que podem ajudar a entender essa analogia:

1. Fator imunológico

Quase 70% de todas as nossas células do sistema imunológico habitam o intestino. Portanto, cuidar da saúde desse órgão pode ser a chave para uma vida mais saudável.

2. Ele “pensa” sozinho

Esse é o único órgão capaz de ter autonomia nas decisões, não necessitando de ordens do cérebro. Tudo no sistema digestório é regulado pelo sistema nervoso entérico (SNE), que mesmo sendo independente, se comunica com o Sistema Nervoso Central (SNC) pelos sistemas simpático e parassimpático.

3. Ligação direta com o humor

Cerca de 80 a 90% de toda a serotonina do corpo humano está no trato gastrointestinal. Isso não é à toa, porque essa substância é responsável pelos movimentos peristálticos, que garantem que a digestão vai acontecer no lugar certo.

Porém não seria essa a única função do neurotransmissor, afinal ele participa da regulação dos níveis de estresse, ansiedade e felicidade.

Seguindo essa linha de raciocínio, alguns estudos recentes têm mostrado a ligação entre as diferentes condições do microbioma intestinal com transtornos mentais, como a depressão.

4. Diversidade microbiana

Como a saúde do microbioma do intestino parece ter relação com a saúde mental, é possível que uma dieta variada colabore com ambas. Isso porque os vários tipos de micróbios intestinais necessitam de diferentes alimentos para se manterem vivos e saudáveis.

Depois de tudo isso, realmente é possível acreditar naquela frase que dizia que “você é o que você come”. Impressionante, não?!

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