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Golpes com criptomoedas no WhatsApp crescem em variedade

O Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas (CECOP) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fez um levantamento sobre novos golpes digitais. A pesquisa apontou que a variedade dos golpes com criptomoedas no WhatsApp está crescendo.

O interesse em criptomoedas vem crescendo com o passar dos tempos. Moedas como Bitcoin e Ethereum costumam registrar crescimentos maiores do que os alcançados em bolsa de valores ou outras formas de investimentos de renda variada.

Golpes com criptomoedas no WhatsApp:

Segundo a pesquisa CECOP, os golpistas são conhecidos. Somente 29,8% das vítimas desconheciam os criminosos. Ou seja, a maior parte dos esquemas são feitos por pessoas próximas, o que faz com que a prática seja até mais fácil de ser cometida devido à confiança.

O levantamento apontou que as perdas foram de R$ 100 até R$ 100 mil. Destaque para 22,5% das que perderam entre R$ 10 mil e R$ 50 mil. Outros 21,3% ficaram na marca entre R$ 1 mil e R$ 5 mil.

As principais criptos não possuem vínculo com bancos centrais, o que torna difícil identificar quem está transferindo ou recebendo os recursos.

Além disso, pelo fato do mercado ser dinâmico, as transações são rápidas e os valores podem ser alocados em diferentes locais, fazendo com que os recursos fraudados sejam escondidos facilmente.

O que faz a vítima cair no golpe

Conforme o levantamento, a maior parte das vítimas são homens. As vítimas indicaram os principais motivos para caírem nos golpes foram:

  • 39,9% – aparência do site (transmitia falsa segurança);
  • 38,8% – seguir familiares ou amigos que fizeram investimentos em criptomoedas;
  • 35,4% – Atendimento via WhatsApp ou SAC passavam confiança.

Portanto, a dica é ler bastante sobre o assunto, conversar com especialistas e só investir dinheiro em criptomoedas por meio de empresas conhecidas do ramo. Existem corretoras dedicadas ao negócio com registro no país. Apesar de cobrarem taxas, é a forma mais segura de se investir.

Lembre-se consultar se empresa possui algum tipo de registro no CVM ou no Banco Central para fazer operações financeiras.

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