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Auxílio emergencial do Bolsa Família: mais duas parcelas até 2020

O pagamento das parcelas do auxílio emergencial residual para os inscritos no Bolsa Família está se encerrando. Só faltam duas cotas para depositar e serão finalizadas em dezembro de 2020. Os beneficiários que fazem parte do programa de renda do governo poderão sacar o dinheiro assim que cair na conta.

Para receber em espécie, é necessário ir a uma agência da Caixa Econômica ou casa lotérica. Também é preciso apresentar o cartão do Bolsa Família e um documento de identidade com foto. As quantias serão pagas conforme o cronograma de entrega do programa de renda, de acordo com o dígito final do Número de Identificação Social (NIS).

Veja os calendários:

Oitava parcela
Data do pagamentoBeneficiário do Bolsa Família
17 de novembroNIS final 1
18 de novembroNIS final 2
19 de novembroNIS final 3
20 de novembroNIS final 4
23 de novembroNIS final 5
24 de novembroNIS final 6
25 de novembroNIS final 7
26 de novembroNIS final 8
27 de novembroNIS final 9
30 de novembroNIS final 0

 

Nona parcela
Data do pagamentoBeneficiário do Bolsa Família
10 de dezembroNIS final 1
11 de dezembroNIS final 2
14 de dezembroNIS final 3
15 de dezembroNIS final 4
16 de dezembroNIS final 5
17 de dezembroNIS final 6
18 de dezembroNIS final 7
21 de dezembroNIS final 8
22 de dezembroNIS final 9
23 de dezembroNIS final 0

Já os outros cadastrados pelo auxílio emergencial irão receber a sexta parcela e as restantes conforme os calendários do Ministério da Cidadania.

Como sacar o auxílio emergencial em espécie

Os beneficiários que não irão receber o auxílio emergencial pelo Bolsa Família devem:

  1. Fazer login no aplicativo Caixa Tem;
  2. Selecionar a opção de saque sem cartão;
  3. Inserir a senha e gerar um código, que tem validade de uma hora;
  4. Confirmar o código nos caixas eletrônicos, casas lotéricas ou Caixa Aqui.

É recomendado que esse processo seja realizado já dentro da agência. Assim, não haverá risco de perder o código e precisar gerar um novo.

Excluídos do benefício

A extensão do auxílio emergencial foi autorizada com uma sequência de novas regras. Dessa forma, não poderá receber o benefício residual quem:

  • Possua indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal;
  • Tenha menos de 18 anos, exceto em caso de mães adolescentes;
  • Esteja preso em regime fechado;
  • Tenha sido declarado como dependente no Imposto de Renda de alguém que se enquadre nas hipóteses dos itens 5, 6 ou 7 acima;
  • No ano de 2019 recebeu rendimentos isentos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma seja superior a R$ 40 mil;
  • Tinha em 31 de dezembro de 2019 a posse ou a propriedades de bens ou direitos no valor total superior a R$ 300 mil reais;
  • Recebeu em 2019 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70;
  • Mora no exterior;
  • Tem renda mensal acima de meio salário mínimo por pessoa e renda familiar mensal total acima de três salários mínimos;
  • Recebeu benefício previdenciário, seguro-desemprego ou programa de transferência de renda federal após o recebimento de Auxílio Emergencial (exceto Bolsa Família);
  • Conseguiu emprego formal após o recebimento do Auxílio Emergencial.

Os pagamentos se encerram em dezembro e os saques vão até janeiro de 2021. No entanto, nesta terça-feira (10), o ministro da Economia admitiu que o benefício pode retornar no próximo ano. Paulo Guedes disse que isso só será possível se houver uma nova onda de contaminações por coronavírus no Brasil.

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